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Dívida é paga e Estádio Waldomiro Gelinski não vai para leilão


Herdeiros pagaram a dívida, que seria de 86 mil; com cancelamento do leilão Batel deve confirmar a volta ao profissionalismo. 

Herdeiros do Grupo Gelinski impediram que o “Estádio do Batel” fosse leiloado (Valdomiro Gelinski). O leilão estava marcado para acontecer às 14 horas desta terça-feira, dia 6, na 2ª. Vara Cível, em Guarapuava. Minutos antes de iniciar o evento o leiloeiro oficial Magno Machado foi comunicado oficialmente da retirada do lote do leilão.

De acordo com informações extra-oficiais dadas à RSN por meio de uma ligação telefônica, os irmãos Osmar e Joel Gelinski quitaram a dívida de R$ 86.074,07 oriunda de uma execução fiscal com a Fazenda Pública do Estado do Paraná.

Segundo o Procurador Geral de Guarapuava, Elpidio Rodrigues Garcia Junior, o imposto e as custas processuais oriundas dos débitos de cartório foram pagas à vista e os honorários advocatícias que representam 10% do total da dívida foram parcelados.Em fevereiro deste ano o presidente da Associação Atlética Batel, Alfredo Gelinski, que responde também pela presidência do grupo Gelinski, Alfredo Gelinski, assegurou à RSN que o estádio não seria leiloado.

Texto: Rede Sul de Notícias

Boa notícia

Desta forma o torcedor do Batel respira aliviado, pois com a manutenção do estádio op planejamento para retornar ao profissionalismo está mais perto do que nunca. A equipe guarapuavana, que também participa do Campeonato Paranaense sub-15 neste ano, deverá retornar à Série A3 do Paranaense de Futsal no segundo semestre deste ano.

Leiloeiro contesta presidente e diz que Estádio Valdomiro Gelinski será leiloado


Edital está publicado na edição desta quinta no Diário Oficial da Justiça.

A área onde está sediado o Estádio Valdomiro Gelinski irá a leilão em março deste ano. Duas datas estão previstas: a primeira no dia 6 às 14 horas e a segunda no dia 21 também às 14 horas, no Fórum de Guarapuava, 2ª. Vara Cível.

Embora o presidente da Associação Atlética Batel, Alfredo Gelinski tenha dito à RSN na sexta-feira, dia 17, que o estádio não será leiloado, que o Batel se prepara para participar do campeonato sub-15 e que haverá o retorno do futebol profissional no segundo semestre de 2012, as duas praças do leilão foram confirmadas pelo leiloeiro oficial Magno Rocha.

“O leilão vai sair”, assegurou Magno Rocha no final da tarde de quarta-feira, dia 22, em ligação telefônica feita à RSN. “Estou dando essa informação porque a matéria feita por vocês na semana passada teve muita repercussão e estou recebendo pedidos de informação sobre esse caso”, afirmou.

Por sua vez, Gelinski, diz que o estádio pertence ao Grupo Gelinski e é cedido gratuitamente ao Batel. O empresário chegou a admitir que o Grupo que preside enfrenta dificuldades, mas que a diretoria não vai se pronunciar sobre essa questão e insistiu em dizer que o estádio não corre risco.

Na sexta-feira, dia 17 de fevereiro, quando o tema ganhou proporções na Internet e houve vários questionamentos no blog da jornalista Cristina Esteche a RSN entrou em contato com o Rocha Leilões, empresa credenciada para leilões judiciais. Um funcionário informou que o evento em questão tinha sido suspenso e não soube informar por qual motivo, embora o edital permanecesse no site da empresa leiloeira.

“É que alguns dados do processo precisavam ser atualizados e por isso estava na iminência de não dar tempo de ser publicado. Mas ainda na sexta-feira os dados foram alterados e a publicação sairá no Diário Oficial da Justiça desta quinta-feira (23)”, disse Magno Rocha.

Os dados sobre os quais o leiloeiro se refere são os valores da área de 41 mil metros quadrados cuja descrição no edital da Rocha Leilões coincide com o estádio utilizado pelo rubro-negro. Na primeira versão o valor do lance inicial era de cerca R$ 1 milhão e 600 mil; depois da alteração subiu para R$ 1.845.736,40. No segundo o valor de cerca de R$ 900 mil previsto foi atualizado para R$ 1.107.440, 01.

De acordo com o edital, a área está sob penhor da Fazenda Pública do Estado do Paraná e foi avaliada em R$ 1.845.733,34 em 16 de fevereiro de 2012.

“Essa área só não irá a leilão se a dívida for quitada antes”, disse o leiloeiro. O valor do débito a ser pago para impedir o leilão é de R$ 118.810,30, valor atualizado em 05 de agosto de 2011, mais custas processuais e despesas com a publicação no Diário Oficial da Justiça, edição desta quinta-feira, dia 23l.

O edital também está publicado no site da empresa leiloeira: https://rochaleiloes.com.br/lote/899/terreno-urbano-situado-nesta-cidade-com-area-de-4100000m2-leilao-de-guarapuava

O empresário Alfredo Gelinski foi procurado novamente pela RSN, mas não foi encontrado.

Texto extraído do site: redesuldenoticias.com.br

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