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Campeonato Gaúcho de Futsal terá a dupla Gre-Nal em quadra


A volta da equipe do Internacional de Porto Alegre ao futsal impulsionou seu maior rival, o Grêmio a seguir os passos dos colorados e anunciar oficialmente sua participação na Série Ouro do Campeonato gaúcho de Futsal de 2011.

A competição terá início no dia 17 de março de 2012 e a presença das duas equipes de camisa será a grande atração do campeonato que já conta com equipes tradicionais do futsal brasileiro como Carlos Barbosa e Atlântico de Erechim.

Segundo informações, nenhuma das equipes participantes foi contra a inclusão do Tricolor na Série Ouro, já que com a dupla Gre-Nal na competição a expectativa é de que o estadual ganhe uma projeção bem maior do que a dos últimos anos.

Agora a luta do Grêmio será a de montar uma equipe tão forte quanto a do Inter, que já contratou o experiente técnico Jarico e jogadores de nível nacional como o goleiro Bilica (ex-Carlos Barbosa-RS), os fixos Régis (ex-Petrópolis-RJ), Boni (ex-Umuarama-PR), Zé Antônio (ex-Assoeva-RS), os alas Tostão (ex-Carlos Barbosa-RS), Canabarro (ex-Unisul-SC), Marcel (ex-Marechal Cândido Rondon-PR) e os pivôs Caio Jr (ex-Corinthians-SP), André (ex-Marreco-PR) e Jorge Alex (ex-Passos de Minas-MG). Além disso a equipe colorada está, declaradamente, interessada em contratar o ala Falcão, que anunciou nesta semana a sua saída oficial da equipe do Santos FC.

Londinense pode se sagrar campeão da Chave Bronze neste sábado

Jogo será realizado em Ivaiporã
Depois de ser eliminado na primeira fase da Liga Futsal e de perder a vaga na Chave Ouro de Futsal, a equipe do Colégio Londrinense pode “salvar” o ano de 2011 neste sábado se vencer ou empatar com o Grêmio Ivaiporã, na segunda partida da final do paranaense de Futsal, Chave Ouro.
O time de Londrina venceu o primeiro jogo por 6x3 no ginásio do Colégio Londrinense, por isso, qualquer resultado diferente de derrota, garante à equipe do Norte do Estado o título. Por outro lado, só a vitória interessa ao Ivaiporã, jogando diante de sua torcida, a partir das 20 horas no ginásio “Luizão”.
Para o jogo decidivo deste final de semana, o time da casa não poderá cotar com o jogador Leonardo, que cumpre suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Do lado do Colégio Londrinense o fixo Tarcísio (Campeão Paranaense de 2010 pelo Guarapuava) não poderá atuar pelo mesmo motivo.
A expectativa é de casa cheia em Ivaiporã, pois se vencer, a equipe do Grêmio provaca a partida de desempate e inverte a vantagem do empate.

Londrinense sai na frente na decisão da Chave Bronze

Time de Londrina luta para terminar o ano com título
A primeira partida da final do Paranaense de Futsal da Chave Bronze foi disputada na noite deste sábado (22) na cidade de Londrina. O ginásio do Colégio Londrinensne foi palco de uma grande vitória da equipe da casa sobre o Grêmio Ivaiporã pelo placar de 6x3, que deixa os londrinenses mais perto de “erguer o caneco”.
Agora o Grêmio Ivaiporã receberá o Colégio Londrinense em seus domínios, no ginásio de esportes “Luizão” no dia 29 de outubro, próximo sábado. A equipe da casa precisará da vitória para impedir o título da equipe de Londrina. Se isso acontecer, haverá um terceiro jogo entre as equipes no dia 5 de novembro, também em Ivaiporã.

Colégio Londrinense tenta dar a volta por cima
Este foi um dos anos mais conturbados na história do Colégio Londrinense. Embora tenha participado pela primeira vez da Liga Futsal, ao maior campeonato do salonismo brasileiro. O clube deixou de se inscrever na Chave Ouro do estadual, para poder concertar seus esforços apenas no brasileiro. Havia, porém, nas regras da Liga Futsal, a obrigatoriedade das equipes disputarem também os Campeonatos Estaduais e, quando o Londrinense tentou voltar atrás e disputar a Chave Ouro, a Federação Paranaense de Futebol de Salão negou o pedido, rebaixando a equipe para Chave Breonze.
Com as reviravoltas da nova fórmula do estadual, o Londrinensne tentou, por várias vezes, retornar à elite (principalmente na vaga do Cianorte, que não compareceu ao arbitral e depois abandonou o campeonato), mas todas as tentativas foram rechaçadas pela FPFS.
Quando a equipe de Londrina não conseguiu avançar para a segunda fase da Liga Futsal, só restou a disputa da Chave Bronze e dos Jogos Abertos. Ao chegar, nas semifinais da Chave Bronze, a equipe garantiu o acesso à Chave Prata de 2012 e agora fica muito próxima de conquistar o título da Bronze, amenizando a situação em um ano de conquistas e confusões para o time do Colégio Londrinense.

Feminino: Atletas de Guarapuava reforçam o Grêmio Londrinense na Taça Brasil

De 8 a 14 de agosto acontece, em Brusque-SC, a quarta Taça Brasil sub-17 de futsal feminino. Na divisão especial, o representante do Estado do Paraná é o Grêmio Londrinense, mas algumas jogadoras da Associação Guarapuava de Futsal Feminino participarão da competição, reforçando a equipe de Londrina.
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    As atletas de Guarapuava são Andressa Matos, Angela Marx, Bruna Moraes, Marilaine Wiber, Patrícia Kutz e Raiza Gonçalves. Todas se dizem muito contentes pelo reconhecimento e por poder representar o Paraná na competição.

    Taça Brasil sub-20 em Guarapuava

    De 12 a 8 de setembro, é a vez de Guarapuava sediar a Taça Brasil Feminina sub-20. Os jogos acontecerão no ginásio Joaquim Prestes e a equipem da AGFF/Guarapuava será representante do Paraná na divisão especial.

    Com informações de Poliana Kovalik (Fac.Guairacá)

Parabéns esporte guarapuavano!

Foto: Grêmio Esportivo do Oeste de 1968/1969 (blog do Dirceu Pato)
A cidade de Guarapuava chega hoje, dia 9 de dezembro, aos seus 191 anos (ou 200 para quem preferir), com muitas histórias do esporte. Talvez nosso município merecesse um pouco mais de conquistas no mundo da bola, mas não podemos negar que o "espírito guerreiro" sempre esteve presente na história de quem fez o esporte da cidade.
Esta postagem é uma homenagem ao Guarapuava Esporte Clube, time mais tradicional da cidade, ao Grêmio Esportivo do Oeste, vice campeão paranaense de 71, ao Batel, grande esquadrão dos anos 90, aos representantes das Colônias suábias, o Entre Rios e o Danúbio, ao Madeirit, campeão da Taça Paraná e a todos aqueles que, de alguma forma, fizeram parte desta longa história dentro das quatro linhas.
E, de forma especial, um parabéns à equipe que fez o guarapuavano tirar os olhos do gramado e voltá-los às quadras, o Clube Atlético Deportivo, que neste ano faz sua melhor campanha em sua recente história (se comparada à história da cidade), mas que já escreveu uma página valorosa nesta trajetória, gravando para sempre sua importância no esporte guarapuavano.

P.S. Confira mais sobra a história do esporte de Guarapuava no blog dirceupato.blogspot.com

História: Serelepe relembra os bons tempos do futebol

O Jornal Tribuna Regional publicou, neste final de semana, uma matéria muito bacana com o ex-ponta-diretita Serelepe, do Grêmio Esportivo do Oeste, nas décadas de 60 e 70. Além disso, foi feita uma retrospectiva dos 90 anos do futebol em Guarapuava. Muita coisa que eu mesmo não sabia. Conira a matéria do jornalista e historiador Cleiton Lutz:

Ex-jogador Serelepe relembra histórias do futebol guarapuavano
por Cleyton Lutz
Marcial Pereira Aponte fez parte de um período em que um futebol de Guarapuava foi temido. Mas talvez ninguém o conheça pelo nome de batismo. Já Serelepe, ponta-direita do Grêmio Esportivo do Oeste, esse sim, é bem mais conhecido. O ex-jogador, nascido no Paraguai, chegou a Guarapuava em 1960 para defender a equipe do Pavão e desde então se tornou personagem onipresente no futebol da cidade.
Em seu país de origem, Serelepe jogou, como juvenil, por Sol de América e San Lorenzo. Com 18 anos na época e acompanhado por mais três irmãos, o atleta em início de carreira chegou a Guarapuava para atuar como semi-profissional. A rapidez com que desenvolvia as jogadas pelo lado direito do campo logo lhe valeram o apelido pelo qual ele é conhecido hoje. “Na época fiquei bravo [com o apelido]. Aí pegou mesmo”, comenta.
Depois de jogar pelo Pavão, onde conquistou o amador de 1963, Serelepe se transferiu para o Grêmio Esportivo do Oeste, então uma equipe amadora. O bom futebol apresentado resultou em uma ida ao Coritiba, em 1965. O jogador ficou um ano na capital paranaense, conquistando o vice-paranaense, e retornou a Guarapuava para participar da melhor fase do Grêmio. Disputou a Taça Paraná, o estadual de amadores, e após a profissionalização do clube participou do acesso da equipe à divisão principal do paranaense.
Em 1968, o Grêmio venceu a “zona Sul” da segunda divisão ao bater o Tuiuti de Cascavel e garantiu uma vaga na elite do futebol profissional paranaense. Da época sobraram o reconhecimento, uma porção de amigos e várias histórias, já que os salários dos atletas no período eram bem diferentes dos de hoje, mesmo para os profissionais.
No mesmo ano em que conseguiu o acesso no paranaense, o Grêmio recebeu, e venceu, o Atlético Paranaense – que contava com jogadores consagrados como Djalma Santos, Bellini, Dorval e Nair – com o campo do estádio Bororó coberto de neve. Na época, o Grêmio possuía jogadores como Sebastião Lapolla, ex-diretor do Palmeiras, e Manoelito, pai do ex-lateral-esquerdo da Seleção Brasileira, Dida.
Grêmio Esportivo do Oeste brigou pelo título paranaense em 1970.
Mas a melhor fase do clube foi em 1970. Em seu segundo ano no paranaense, o Grêmio, integrante do grupo A da competição, conseguiu classificação ao hexagonal final do estadual. Na fase decisiva, o time brigou pelo título com Atlético e Coritiba. Depois de um jogo controverso contra o Coxa, em Guarapuava, o Grêmio terminou o paranaense na terceira posição, atrás apenas da dupla Atletiba.
Na partida, os times empatavam em 1 a 1 até que o árbitro marcou um pênalti para os visitantes. “A torcida revoltada invadiu o campo, do mesmo jeito que aconteceu domingo passado em Curitiba. O pênalti não foi cobrado e o Coritiba se beneficiou disso”, conta. Ele explica ainda outro detalhe importante daquele jogo. “Na época não existiam muitos policiais na cidade. Então, o Coxa trouxe vários seguranças para fazer pressão no árbitro” – algo que adiantou, já que no final o Atlético ficou o título.
Serelepe participou ainda da campanha do Grêmio em 1971, última na primeira divisão, e retornou ao Paraguai para jogar mais um ano pelo San Lorenzo. Como técnico, ele conquistou o vice-campeonato da Taça Paraná com o Batel nos anos 1980. O trunfo impulsionou a entrada do clube no futebol profissional no final da década. Pela terceira vez Guarapuava tinha um time no paranaense (leia mais no box abaixo).
Depois de encerrar a carreira, Serelepe estabeleceu residência em Guarapuava. Casou, teve três filhos, trabalhou como taxista e administrou uma mercearia. Hoje ele possui uma empresa de transportes e mora no bairro Morro Alto. Seu irmão Artêmio, que também atuou pelo Grêmio, assim como Serepele, segue em Guarapuava.

O futebol em Guarapuava: 90 anos de História
Batel teve sua melhor fase nos anos 90.
Em 2009, o futebol completa 90 anos em Guarapuava. É que em 1919 foram fundadas as três primeiras equipes dedicadas ao esporte na cidade, casos de Paraná Esporte Clube, Operário Futebol Clube (ambos não existem mais) e Guarapuava Esporte Clube. Após passar por um período de ostracismo nos anos 1930, o futebol renasceu na cidade na década seguinte com a reativação do Guarapuava e a fundação do Grêmio Esportivo do Oeste, dando origem a rivalidade “Gre-Gua”, a maior do futebol local e que teve seu auge nos anos 1950.
Na década seguinte, a cidade começou a se projetar no cenário estadual. Primeiro com o vice do Grêmio na Taça Paraná de 1966. Depois o clube foi o terceiro no paranaense profissional de 1970. Campanhas mais discretas realizou o Guarapuava nos estaduais dos anos 1970. Apesar de disputar o paranaense por apenas dois anos, o clube conseguiu bater Atlético e Coritiba jogando na capital.
No começo da década de 1990 foi a vez do Batel surgir no cenário estadual. O clube – que já havia conquistado o vice da Taça Paraná em 1985 – realizou boas campanhas como a de 1994, quando o clube ficou a um ponto do quadrangular final do paranaense. No mesmo ano o time disputou a Série C do Brasileiro. Com altos e baixos, o Batel seguiu no futebol profissional até 2002, retornando agora para a disputa da terceira divisão.
No futebol amador, destaque para a Madeirit, campeã da Taça Paraná em 2004. O título inédito veio depois de três derrotas em decisões – além de Grêmio e Batel, o Danúbio tinha sido vice-campeão em 1998 – e recolocou o futebol gauarapuavano no cenário estadual.

Fotos: Serelepe, destaque do Grêmio Oeste, mora há 49 anos em Guarapuava (Nagel Coelho – Jornal Tribuna Regional do Centro-Oeste) e dirceupato.blogspot.com

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