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Chave Ouro: Em mais um jogo polêmico no Paulão, Assaí goleia o Marreco e segue com chances - ATUALIZADO


Assaí conseguiu uma vitória histórica dentro de quadra, mas nova confusão em seu ginásio pode complicar o futuro da equipe na competição. 

Pelo fechamento da 3ª rodada do returno da 2ª fase do Campeonato Paranaense de Futsal, Chave Ouro, a equipe do Assaí Futsal quebrou a invencibilidade do Cresol/Marreco Futsal. A vitória foi em grande estilo, com uma grande goleada de 7x1 para a equipe do Norte Pioneiro. Mas, infelizmente, o que também chamou a atenção na partida disputada no ginásio Yoshihiro Nonomura (Paulão) foi a invasão da quadra, fato recorrente nos jogos em Assaí.

O jogo

Com a bola rolando, o Marreco (que não contou com o técnico Nelsinho Bavier, que estava em Erechim-RS, negociando uma vaga para a Liga Nacional de Futsal) abriu o placar com pouco mais de dois minutos. Mas os donos da casa não se abalaram e, empurrados pela torcida, empataram com Bruninho e viraram o placar com Rafinha. Ainda na primeira etapa, Romildo ampliou a vantagem para 3x1.

No segundo tempo o jogo seguiu equilibrado, até que Romildo voltou a marcar, ampliando a vantagem para 4x1. Os beltronenses sentiram o golpe e levaram mais um gol de Bruninho e outro de Romildo, que alcançou o hat-trick, com três gols na noite. Nos instantes finais, o fixo Edu, do Marreco, foi expulso, resultando na sexta falta dos visitantes. Na cobrança do tiro-livre, Edigleuson definiu a vitória por 7x1.

O detalhe foi que, no momento em que Edu foi expulso, um torcedor invadiram a quadra, na tentativa de agredir o jogador do Marreco. Entrevistado pela Rádio Onda Sul, o atleta revelou que também teria sido ameaçado e ofendido durante a partida: "Me xingaram de macaco, de vagabundo." Edu também lembrou que este não é a primeira vez que acontece uma confusão no ginásio Paulão: "No jogo contra Paranavaí já tinha dado confusão."

Classificação

Mesmo com a derrota, o Marreco segue na liderança do grupo A, com 13 pontos ganhos, mesma pontuação do Umuarama, mas os beltronenses levam a vantagem no confronto direto, além de ter um jogo a menos. O Foz Cataratas está em terceiro, com 12 pontos, com a mesma pontuação está o São Lucas, que venceu a ACF por 5x3 na noite deste sábado (os iguaçuenses levam vantagem no saldo de gols).

O time de Assaí segue fora da zona de classificação, em quinto lugar, com 9 pontos ganhos. A equipe do norte ainda pode alcançar seus adversários, se vencer as duas partidas que lhe restam, mas para a conseguir a classificação, também terá que torcer para uma combinação de outros resultados.

Mesmo a ACF, que perdeu em casa para o São Lucas, tem chances, ainda que remotas. Com quatro pontos, a equipe cascavelense ainda tem três partidas para disputar, podendo chegar a 13 pontos. A combinação de resultados para que isso aconteça, no entanto, é mais improvável do que a do Assaí.

Próximos jogos

Nesta segunda-feira, dia 7, mais um jogo está previsto pelo grupo A: Em Foz do Iguaçu, a Casa Nissei/Foz Cataratas recebe o São Lucas/grupo Ivo. Na quinta-feira (10), o Foz volta a jogar em casa contra a ACF. No mesmo dia está marcado mais um jogo no ginásio Paulão: Assaí Futsal x Gazin/Umuarama/Penalty. No sábado (12), é a vez do Marreco voltar à quadra, recebendo o São Lucas, no ginásio Arrudão, em Francisco Beltrão.

Em nota, Federação promete apurar confusão do jogo Guarapuava x Pato


Foto: Depois da expulsão do fixo Thomaz, jogadores do Pato Futsal foram para cima da arbitragem, provocando uma confusão generalizada entre membros das duas equipes. 

Por meio de Nota Oficial a Federação Paranaense de Futebol de Salão (FPFS) afirmou que vai apurar os fatos ocorridos na partida entre Guarapuava e Pato Futsal, realizada no último sábado (dia 20) no ginásio Joaquim Prestes.

Segundo a entidade, será aberto um processo de julgamento junto ao Tribunal de Justiça Desportiva para apurar os fatos e para que sejam punidos os responsáveis pela confusão que ocorreu na segunda etapa, depois da expulsão do fixo Thomaz (Pato) e que paralisou o jogo por aproximadamente 10 minutos.

Confira o teor do documento:


"Nota oficial sobre os fatos da partida entre Guarapuava e Pato

A FPFS através desta nota informa que acompanhará com proximidade o processo de julgamento referente aos acontecimentos (confusão generalizada pelo que foi apurado) na partida entre Agrária Guarapuava Futsal e Pato Futsal válida pelas sextas de final do Campeonato Paranaense da Série Ouro no dia 20/10/2012.

O acompanhamento do processo junto ao TJD/PR (Tribunal de Justiça Desportiva) terá como objetivo garantir que fatos dessa natureza não voltem a acontecer.

Fatos apurados

Foi apurado que após expulsão de atleta componente do Pato Futsal houve confusão generalizada entre as equipes envolvidas na partida, inclusive com invasão de quadra de ambas as partes."

Até o momento não foi publicado no site da entidade o edital de citação. Mas este deverá ser publicado ainda nesta semana. Para o jogo de volta, em Pato Branco, no dia 31 de outubro, ficam de fora o jogador Thomaz, expulso no lance que originou a confusão e o técnico Márcio Borges, do Pato, que foi expulso por reclamação. Se o julgamento ocorrer antes do dia 31, outros atletas e membros das comissões técnicas das duas equipes poderão ficar de fora do jogo decisivo.

Confusão e pancadaria na Chave Prata


Em Clevelândia, equipe do Ampére deixou a quadra, alegando falta de segurança e jogo teve que ser encerrado antecipadamente. 

O ginásio Antônio Mariano Zardo, em Clevelândia, foi palco de uma partida tensa entre as equipes do Clevelândia e do Ampére Futsal. O placar final do clássico do sudoeste da Chave Prata foi de 2x1 para o Clevelândia, no entanto a arbitragem teve de terminar o jogo antes do previsto, devido a uma confusão generalizada nos instantes finais da partida realizada neste sábado (30).

Quem saiu na frente do placar foram os visitantes: Dan cobrou falta e fez 1x0, na primeira etapa. Mas no segundo tempo, Marevilha fez um belo gol e deixou tudo igual.

Os donos da casa viraram o placar quando faltavam 8 minutos para o final. A partir daí comissão técnica e atletas do banco de reservas do Ampére reclamaram que estavam sendo agredidos por torcedores, indo para o meio da quadra solicitar providências quando à segurança da equipe. Foi então que começou uma briga generalizada entre atletas das duas equipes, o que levou os visitantes a deixarem a quadra ,se dirigindo para os vestiários e alegando falta de segurança.

O árbitro principal, Marcos Antônio de Lima, resolveu encerrar a partida, depois que o responsável da Polícia Militar não garantiu a segurança de todos para o prosseguimento do jogo.

Desta forma foi considerado o placar de 2x1 para o Clevelândia. A arbitragem deverá encaminhar à FPFS um relatório sobre os acontecimentos para posterior análise do Tribunal de Justiça Desportiva, que poderá punir os donos da casa se for constatada a culpa da equipe mandante.

Com a vitória de 2x1 o Clevelândia se igualou ao Ampére e está com 17 pontos. Ambas lideram a Chave Prata, mas o Ampére leva vantagem no saldo de gols.

Outros jogos

Mais dois jogos foram realizados na noite deste sábado pela Chave Prata: No ginásio Lôlo Cleve, o Pitanga Futsal goleou o São João do Ivaí por 5x1. E em Ivaiporã, o Foz Futsal superou o Grêmio eplo placar de 4x2.

Depois destes jogos a classificação ficou assim:

1º Ampére 17 pts
2º Clevelândia 17 pts
3º Ivaí EC 15 pts
4º Pitanga 14 pts
5º Foz Futsal 13 pts
6º Itaipulândia 11 pts
7º Grêmio Ivaiporã 9 pts
8º Araucária 7 pts
9º São João 5 pts

Texto: Márcio Nei, com informações do blog Ampére Futsal e do site da FPFS. Foto: blog Ampére Futsal.

Nome de Gadeia é envolvido em confusão em hotel no MA; CBFS nega participação


A CBFS informou que Gadeia (foto) e Ciço sequer saíram do hotel naquela noite.

Um homem, identificado como Elias da Silva Leite, de 18 anos, registrou queixa de ameaça e lesão corporal contra três jogadores da seleção brasileira de futsal. O episódio aconteceu na madrugada da última segunda-feira (30/01), em São Luis (MA), onde os hexacampeões mundiais estavam hospedados. Horas antes, o time do Brasil havia derrotado o selecionado do Maranhão por 6 a 4, em amistoso preparatório para as eliminatórias da Copa do Mundo. A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) negou o denúncia feita pela suposta vítima e prometeu entrar com uma ação contra o jovem, dependendo do desenrolar do caso.

Os jogadores citados na denúncia são o fixo Ciço, do Orlândia, o ala Ari, do Barcelona, e o ala Gadeia, do Marechal Rondon. Segundo Elias, ele teria sido perseguido pelo trio nas dependências do hotel Praia Mar, no bairro de Ponta D'Areia. Os jogadores estariam alcoolizados e teriam confundido-o com um assaltante.

“De acordo com a vítima, o fato ocorreu às 2h desta segunda-feira, quando este estava chegando ao hotel e se deparou com os jogadores. Os atletas estavam visivelmente alcoolizados e o ameaçaram. O jovem se assustou, correu pelo hotel e pulou do segundo andar, sofrendo escoriações na queda. Enviei um ofício à Federação Maranhense de Futsal, convocando os três para prestarem depoimento, mas eles não vieram. Caso não venham esclarecer o caso, poderemos até pedir a prisão preventiva dos três jogadores”, afirmou o delegado titular da 9ª DP de São Luis, Jefferson Nepomuceno.

A CBFS contesta a veracidade da denúncia. Segundo a entidade, quem provocou a confusão no hotel foi o próprio jovem, que, estaria batendo nas portas de vários apartamentos para perturbar o sono dos hóspedes. A entidade ressalta ainda que Gadeia e Ciço sequer saíram do hotel naquela noite.

“Não estava presente no local, pois tive uma reunião em outra cidade naquele dia, mas apurei tudo com jogadores e comissão técnica. A maioria dos jogadores estavam dormindo e alguns estavam na rua, pois foram liberados para saírem até às 3h. Por volta das 2h, um sujeito começou a bater na porta dos quartos para incomodar os atletas. Interfonaram para a recepção e nada foi feito. Então, alguns atletas foram no corredor ver o que estava acontecendo. Foi quando o Ari chegou e se deparou com o rapaz, que fugiu desesperadamente pelo hotel”, relatou o supervisor de seleções da CBFS, Reinaldo Simões.

Na opinião do dirigente, o fato pode ter acontecido por razões políticas e promete retaliações, caso toda a verdade do episódio seja descoberta. De acordo com Simões, há pessoas interessadas em arranharem a imagem da entidade com os seus patrocinadores.

“Essa história foi plantada por uma pessoa que quer ganhar fama às custas da seleção brasileira ou que quer prejudicar o trabalho dos que aqui estão. Não há provas de imagem contra os jogadores. Até agora não sabemos nem detalhes da acusação”, destacou o supervisor.

Nesta sexta-feira (03/02), a CBFS enviará um advogado a São Luis para prestar esclarecimentos sobre o caso. Procurada pelo GLOBOEPORTE.COM, a gerência do hotel Praia Mar não foi encontrada. Neste sábado, o Brasil enfrenta a seleção do Ceará, em Fortaleza, no quarto jogo da série de amistosos pelo Norte e Nordeste do país.

Fonte: Globoesporte

Guarapuava pode ser punido por "empurra-empurra" - ATUALIZADO


Ala Biro pode ser suspenso em julgamento na próxima terça feira (8) no TJD. 

A equipe de Guarapuava pode ser punida nesta reta final do Paranaense de Futsal, Chave Ouro. O clube foi denunciado ao tribunal de Justiça Desportiva pelos incidentes no final da partida contra o Paraná Clube, no último dia 29 de outubro, que garantiu a classificação da equipe guarapuavana para as semifinais do estadual.

O final daquele jogo mexeu com o emocional daqueles que estavam no ginásio Joaquim Prestes. Isso porque o Paraná Clube vencia o jogo há menos de um minuto para o final e o time de Guarapuava conseguiu o empate, que garantia a classificação, quando faltavam 58 segundos.

Depois do apito final, os jogadores do banco de reservas e membros da comissão técnica do Guarapuava correram para o centro da quadra para comemorar a conquista. No entanto, aconteceu um "empurra-empurra" com alguns jogadores do Paraná, que ainda estavam em quadra. O policiamento agiu rápido e a confusão logo foi contida. Tanto que pouquíssimos veículos de imprensa mencionaram os fatos no final da partida.

No entanto a arbitragem registrou os acontecimentos, com o clube guarapuavano e o ala Biro sendo denunciados e intimados pelo TJD para julgamento na próxima terça feira, dia 8, pela Segunda Comissão Disciplinar.

Biro foi denunciado no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (praticar agressão física), podendo ser punido de quatro a doze partidas de suspensão (segundo o CBJD).

Já a equipe de Guarapuava foi denunciada nos artigos 213, II (deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir invasão de quadra) e 191, III do CBJD (deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de regulamento de competição). As punições para os dois artigos são de multas. Porém, se os auditores entenderem que houve "elevada gravidade" o clube pode perder mandos de quadra.

O presidente do Guarapuava, José Válter Liberato, não escondeu sua indignação pela intimação do TJD: "Em três dias conseguiram marcar um julgamento e ainda intimaram hoje para julgamento na terça, isso tudo para não termos tempo de fazer a defesa", declarou o dirigente em uma rede social.

Atletas do Paraná não foram intimados


O edital do TJD (clique aqui para ver o documento) não intima a equipe do Paraná Clube ou qualquer atleta da equipe de Curitiba, embora fique claro que o "empurra-empurra" teve participação de atletas das duas equipes, com Martin e Gérson empurrando Biro (como é possível perceber nas foto abaixo). No entanto, apenas Biro não fazia parte dquela partida, por isso a denúncia por parte do delegado da partida. Nenhum atelta foi punido com cartão na fora do incidente.

Veja as imagens (clique nas fotos para ampliar):


Falcão: mocinho ou bandido?

A imprensa do Oeste do Paraná segue abordando a confusão que aconteceu no final da partida Santos 6x1 Cascavel, pelo primeiro jogo da decisão das quartas de final da Liga Futsal.
O vídeo abaixo mostram que o ala Falcão, um dos jogadores mais importantes da história do futsal brasileiro, acabou se excedendo no final do jogo e agredindo o jogador Edigleuson do Cascavel.
A diretoria do cascavelense chegou a publicar uma nota (clique aqui para ver o teor do documento) de repúdio sobre os incidentes, levantando várias questões polêmicas sobre a partida.
Se a intensão (de qualquer um dos lados) era armar um "clima de guerra", este objetivo já foi alcançado... esperamos que a diretoria do Cascavel não deixe o clima de revanchismo se sobrepor ao espetáculo e torcemos para que não tenhamos, no jogo decisivo no ginásio da Neva, cenas como as presenciadas no final da partida em Santos.
Afinal de contas, a violência nunca é a saída...

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