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Toledo pode perder pontos na Chave Prata - ATUALIZADO


A equipe da Assifusa questionou a utilização de jogadores do Toledo na primeira rodada. 

Na última semana do mês de abril, a diretoria da Assifusa/Anila/Irati, que disputa a Chave Prata do Campeonato Paranaense de Futsal, encaminhou um ofício à presidência da Federação Paranaense de Futebol de Salão (FPFS), questionando a utilização de atletas pela ADM Engenaria/Vis Energy Drink/Toledo Futsal no jogo da primeira rodada (no dia 11/04), quando o time do oeste venceu por 6x5, na cidade de Irati.

Segundo a diretoria do time iratiense, a equipe de Toledo teria utilizado quase todos os seus atletas, naquela partida, de forma irregular. Isso porque os jogadores apareceram com suas situações regularizadas no site da FPFS apenas no dia 14/04 e outros no dia 17.

No documento enviado à FPFS, a diretoria da Assifusa também ressaltou que deixou de utilizar dois de seus atletas no jogo do dia 11, pois eles ainda não apareciam liberados no site da entidade. Assim, o clube de Irati solicitou uma resposta sobre o caso e que providências sejam tomadas pela Federação.

Tranquilidade

A equipe do Toledo, por outro lado, garantiu que sua documentação estava completa antes do jogo da estreia no estadual e afirmou que não foi informado de nenhuma denúncia: "Não estamos sabendo de nenhuma denúncia de parte do Assifusa até o momento. Nossa documentação estavam todas completas na FPFS antes da estreia da equipe, em Irati, por isso estamos tranquilos em relação a esse assunto," afirmou o clube do oeste, por meio de sua assessoria de imprensa.

Até o momento, não consta nenhum edital de intimação do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) sobre o caso, no site da FPFS. Se a denúncia for acatada pelo Tribunal, a equipe de Toledo, que lidera a Chave Prata, pode perder seis pontos.

Com informações da diretoria da Assifusa/Irati e da Assessoria do Toledo Futsal.

Dirigente do CAD acha difícil mudança na Chave Ouro - ATUALIZADO


Situação do jogador Edigleuson, do Keima, deixou futsal paranaense em estado de alerta sobre possível reviravolta na Chave Ouro.

Uma notícia caiu como uma bomba na tarde desta quinta feira (dia 15), envolvendo a principal competição do salonismo estadual, a Chave Ouro do Campeonato Paranaense de Futsal. O Jornal Diário de Guarapuava informou a possibilidade do jogador Edigleuson, do Keima Futsal (Ponta Grossa), ter jogado algumas partidas da primeira fase da Chave Ouro de forma irregular, sem estar devidamente liberado pela CBFS.

Edigleuson, que atuou no Cascavel Futsal e foi campeão da última edição da ‘Ouro’, se transferiu para o futsal do Geórgia (ex-república soviética, localizada no Cáucaso) no começo do ano, mas retornou ao Paraná no mês de abril, sendo anunciado como reforço do Keima no dia 15 daquele mês.

A estreia do jogador em sua nova equipe foi contra o Guarapuava, no dia 24 de abril, depois o atleta teria jogado contra Marreco e Copagril. Mas a liberação internacional, junto no site da CBFS, só foi confirmada no dia 22 de julho (quase três meses depois de já estar atuando em sua nova equipe).

- Existe a possibilidade da CBFS ter dado a condição de jogo para ele. Estamos aguardado orientações do departamento jurídico que esta fazendo um levantamento da situação – revelou o presidente do CAD (Guarapuava Futsal), José Valter Liberato.

O dirigente também afirmou acha muito difícil acontecer uma mudança drástica no estadual (como incluir o CAD entre as equipes da segunda fase, por exemplo). Isso porque já foram realizadas cinco partidas na segunda fase e todas os jogos teriam que ser anulados. Faltaria calendário e, além disso, a FPFS teria que assumir um erro com fortes consequências para todas as equipes da Chave Ouro.

O Keima Futsal emitiu uma nota oficial sobre o caso, com o seguinte teor: "Nesta semana alguns veículos de comunicação mencionaram um suposto pedido da equipe de Guarapuava para a FPFS sobre a situação do atleta Edigleuson . O Keima Futsal informa que não efetuará qualquer comentário, pois não teve acesso ao teor do suposto pedido e sequer recebeu comunicação oficial das autoridades desportivas competentes."

Sem denúncias, por hora

De fato, segundo informações, não houve nenhuma denúncia do caso junto à FPFS até o momento. É necessária uma denúncia formal de algum clube ou da própria FPFS para que o caso seja apreciado pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD).

Não há certeza de que alguém fará esta denúncia, mas a possibilidade tende a crescer na semana que vem semana que vem. Isso porque no próximo sábado (dia 14) será definida qual equipe será rebaixada para a Chave Prata (Ivaí ou São Lucas). O clube que cair pode alegar que deveria ter enfrentando o Keima no Torneio do Descenso em vez do Guarapuava Futsal, o que poderia interferia na classificação final do triangular.

Qual seria a punição?

No ano passado, a Palotinense foi punida por utilizar um jogador irregular contra o Umuarama. O placar do jogo foi de 3x2 para os umuaramenses, mesmo assim o time de Palotina perdeu 6 pontos e ainda levou cinco mil reaisd e multa. O clube não conseguiu mais se recuperar na competição e caiu para a Chave Prata (depois desistiu de jogar o estadual deste ano).

Assim, se o caso fosse levado à 'ferro e fogo' e o Keima sofresse uma punição parecida, por ter utilizado atleta irregular em três jogos, seriam 18 pontos perdidos e uma multa três vezes maior que a da Palotinense. Como o clube de Ponta Grossa fez 26 na primeira fase, terminaria com 8 e, em vez de quarto colocado, seria o último da primeira fase.

A consequência seria que a composição dos grupos da segunda fase seria totalmente diferente da atual. No grupo ‘A’ estariam Cascavel, Pato, Campo Mourão, ACF, Marreco e Guarapuava e no grupo ‘B’ estariam Maringá, Umuarama, Copagril, Foz Futsal, Foz Cataratas e Quedas Futsal. Além disso, o Keima teria que disputar o triangular da morte junto com Ivaí e São Lucas.

Uma grande mudança teria que ser adotada na competição e, por isso, muitos duvidam que o caso vá para frente.

Possível irregularidade do Keima abre brecha para reviravolta na Chave Ouro


Transferência do atleta Edigleuson (foto) é contestada e poderia causar a paralisação do Campeonato Paranaense de Futsal. 

A transferência do jogador Edigleuson (ex-Cascavel) do Iberia Star, da Georgia, para o Keima, de Ponta Grossa, ocorrida no mês de abril, pode causar uma reviravolta no Campeonato Paranaense de Futsal Chave Ouro 2013. A constatação é de que o atleta foi utilizado de forma irregular pelo Keima em três jogos do estadual, o que teria motivado uma denúncia ao TJD (Tribunal de Justiça Desportiva). A FPFS (Federação Paranaense de Futsal) afirmou que não foi comunicada sobre o caso.

Edigleuson estreou no Keima em 24 de abril, contra o Guarapuava. Depois, jogou contra o Marreco, dia 11 de maio, e contra o Copagril, no dia 14. Porém, a transferência do atleta só foi oficializada no boletim da CBFS (Confederação Brasileira de Futebol de Salão) do dia 22 de julho. O regulamento da Federação Paranaense diz que o jogador só pode entrar em quadra pelo novo clube 72 horas após essa oficialização.

Se confirmada, a irregularidade pode motivar a perda de pontos do Keima, o que poderia redefinir a classificação da primeira fase, a composição dos grupos na segunda fase e, até mesmo, a composição das equipes do Triangular da Morte. A diretoria do CAD ainda não informou se irá recorrer para tentar os pontos – e uma virtual paralisação do Paranaense.

Caso consiga reverter na Justiça Desportiva o resultado do jogo contra o Keima, o CAD teria pontuação suficiente para se classificar à segunda fase do estadual.

Fonte: Douglas Belan - Diário de Guarapuava (texto editado).

Ponta Grossa Futsal divulga nota de repúdio contra FPFS e reafirma que segue no futsal em 2013


Presidente da equipe dos Campos Gerais denunciou várias irregularidades no ginásio da Asserpi, em Foz do Iguaçu.

O presidente da equipe do Ponta Grossa Futsal, Tércio Miranda, divulgou no site oficial de sua equipe uma nota de repúdio sobre os acontecimentos do jogo Unipa 1x0 Ponta Grossa, realizado em Foz do Iguaçu, na última segunda feira (dia 9).

O principal alvo do dirigente foi a FPFS, que permitiu que a partida fosse realizada mesmo com várias irregularidades no ginásio da Asserpi (o jogo seria no ginásio Costa Cavalcantti, mas teve seu local mudado devido às reformas e uma partida da Seleção Brasileira de Basquete).

Entre as principais irregularidades apontadas pelo dirigente do Ponta Grossa Futsal estão: más condições de vestiários, falta de saídas de emergência, entulhos atrás de um dos gols, falta de segurança, falta de ambulância no local da partida, falta de isolamento dos bancos de reserva e as péssimas condições de jogo da quadra, que tinha sido pintada na tarde de segunda feira e estava “segurando” os jogadores. Além disso, os pontagrossenses não puderam treinar no ginásio da partida (como prevê o regulamento da Chave Ouro) devido às reformas realizadas no ginásio da Asserpi no dia o jogo.

Segundo Miranda, a pintura da quadra foi finalizada por volta das 18 horas de segunda feira (o jogo foi às 20h30). Quatro bolas tiveram que ser utilizadas (ficavam escuras com a tinta fresca) e os uniformes ficaram sujos, mesmo depois de lavados. Mas o mais grave teria sido o perigo de contusão dos atletas. Segundo Tércio, os atletas solicitaram mas de uma vez que a partida fosse adiada, mas a arbitragem e os representantes da FPFS presentes no local (entre eles o presidente, Jesuel Laureano, e o vice-presidente, Wilson Veiga Junior, o “Rita Lee”) autorizaram o jogo.

Com a bola rolando, os atletas de ambas as equipes entraram em um acordo e apenas tocavam a bola, sem agredir o adversário. A arbitragem chegou a marcar 3 faltas técnicas devido à passividade dos jogadores.Mas devido à pressão da torcida, da imprensa e da diretoria da Unipa (segundo Miranda, o presidente Reinaldo Puja teria ameaçado jogadores e comissão técnica), o jogo ganhou ritmo no final da primeira etapa (quando saiu o gol da Unipa) e no segundo tempo.

Apesar de não ocorrerem lesões, o dirigente do Ponta Grossa reclamou da falta de respeito com os profissionais envolvidos na partida: “não ocorreram lesões, mas a falta de respeito em relação às equipes por parte de arbitragem e dirigentes desta Federação nos fez enviar esta nota de repúdio em relação aos fatos ocorridos em Foz do Iguaçu,” explicou Tércio Miranda, no texto, e ainda emendou: “Faltou profissionalismo, faltou pensar na integridade física de atletas, faltou pensamento, bom senso, atitude...não por nossa parte, mas sim por parte da arbitragem, e principalmente, por parte da FPFS,” finalizou.


Leia o documento do presidente do Ponta Gossa na íntegra clicando aqui.

Ponta Grossa confirma que continua com equipe em 2013

Em outra frente, o clube dos Campos Gerais voltou a afirmar que não encerrará suas atividades em dezembro deste ano. Durante esta semana o Blog Futsal Daqui publicou uma matéria falando da possibilidade da equipe ser desmontada, devolvendo a vaga da Chave Ouro para a Pontassul Futsal. A informação teria vindo de um membro da diretoria do Ponta Grossa Futsal.

Em seu site oficial, a diretoria enfatizou: “o motivo deste esclarecimento é para deixar claro que ninguém fez nenhuma declaração relacionada sobre o fim do Keima Futsal em dezembro de 2012. O projeto está muito bem consolidado e com certeza ninguém iria investir tanto num time com ‘prazo de validade’”.

Além disso, foram feitas críticas ao blog e à rádio que publicou a informação: “sabemos que nosso trabalho vem sendo feito com muita seriedade e não será um blog ou uma pessoa inventando histórias que irão atrapalhar o Keima Futsal,” atacou.

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