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Especial: Ranking aponta melhores equipes do futsal paranaense e brasileiro



Resgate histórico do futsal foi realizado em pesquisa inédita no Paraná. 

O ator Gessé Malmann, da Cia. de Teatro PalavrAção da UFPR (um pouco de seu trabalho pode ser encontrado no blog do filme independente historiasdemicroondas.blogspot.com.br), realizou um trabalho inédito, relacionado à história do esporte paranaense e brasileiro. Malmann é responsável pela criação de vários rankings, relacionados ao futebol e ao futsal. Entre eles, dois muito e interessantes e inéditos: o Ranking da Chave Ouro do Campeonato Paranaense de Futsal e o ranking da Liga Futsal.

Gessé, que deverá estrear a peça Rockville em julho pela Cia. PalavrAção (montagem e direção), é torcedor do Fluminense e iniciou suas pesquisas em 2010, inicialmente por hobby e curiosidade. O trabalho gerou um denso arquivo de dados, que serviram de base para a montagem dos rankings: “A principio iniciei isso por curiosidade, depois fui levando a questão a sério, como compromisso em levantar dados de campeonatos ano a ano para se ter um retrospecto mesmo das competições e dos clubes”, explicou.

Os primeiros dados a serem coletados foram do futebol paranaense, com base em livros como '100 Anos de Futebol no Paraná' de Heriberto Ivan Machado e Levi Mulford Chrestenzen: “Sempre me interessei por História e a partir do livro quis coletar os dados do livro para rankear aquelas equipes todas que disputaram o campeonato paranaense. Depois disso fui fazer o mesmo com futsal no estado e tentei mesmo como eles fizeram criar quase que um livro sobre o futsal disputado no Paraná, e aí fui fazendo de vários estados e de várias competições,” relatou Malmann.

O autor acredita que o material produzido sobre o futsal seja inédito, que revela um fator social significativo dentro das cidades: “Produzi um material que acredito ser inédito em relação ao futsal no Paraná. Coletei dados das competições oficiais Chave Ouro, com todos os campeonatos, campeões, clubes que disputaram ano a ano e posteriormente criei um ranking de colocações finais e um ranking de rendimento total, somando todas as edições que cada clube disputou. Essa pesquisa com o futsal foi interessante porque os clubes de futsal ainda não são exatamente profissionais como um clube de futebol que tem estrutura instalada e sobrevive de seu futebol e sócios. O futsal é um esporte que ainda depende da comunidade, da cidade, da vontade de sua sociedade em criar e investir numa equipe que represente sua cidade, seu esporte numa competição. Isso é um fator social bastante significativo,” analisou.

O arquivo disponível na Federação Paranaense de Futsal surpreendeu Gessé, sendo determinante para que a criação do ranking fosse possível: “A Chave Ouro é a competição representativa máxima do futsal no estado do Paraná, é nossa Primeira Divisão e ela iniciou-se oficialmente em 1995 (quase 20 anos atrás, o que podemos dizer que é ainda uma competição bastante nova, pensando-se em termos históricos) e eu pesquisei tanto em sites como fui in loco a Federação de Futsal onde encontrei um material por eles organizado de cada ano, isso é extremamente benéfico, pois mostra a importância histórica em se registrar o evento ocorrido. Nesse sentido a Federação me surpreendeu em ter catálogos de cada ano com todas as competições registradas. Além das planilhas fui atrás dos escudos de cada equipe, e isso foi bem difícil, pois exatamente pelas equipes de futsal serem muito volúveis, não exatamente fixas como um clube, tive bastante trabalho em conseguir imagens que me trouxessem os escudos, alguns tive que desenhar no computador mediante fotos, outros acabei por emprestar o brasão da cidade à equipe como modo de representá-la, e algumas tive que deduzir como seriam,” relatou.

No percurso da pesquisa, aconteceu o contato com algumas pessoas que deram suas contribuições ao trabalho: “A planilha de futsal me levou a contatar algumas pessoas, principalmente da cidade de Paranavaí, na figura do Sr. Rafael Octaviano de Souza, Sr. João Carlos Antunes e do Sr. César Capatto 'Sopinha', que me repassaram várias informações tanto do futsal da cidade de Paranavaí como de alguns detalhes de outros times que eles lembravam. O Rafael inclusive tem um livro sobre a história do futsal na cidade; o Sr. Hermes da Federação Paranaense também em auxiliou encontrando os anuários dos campeonatos que eu precisava; o Sr. Marco Parazi e o Sr. Altair de Londrina também responderam meus e-mails, assim como o Sr. Joaquim de Paula de Campo Mourão e a assessoria de comunicação do Grêmio Industrial Patobranquense,” relembrou.

No entanto, o autor da pesquisa lamenta a falta de interesse dos empresários em preservar a história dos clubes, indo na contramão do que pensam os torcedores: “Ainda assim é perceptível que o esporte tornou-se historicamente um negócio e o registro histórico das competições nem sempre são exatamente do interesse dos empresários ligados ao esporte, por que pouco importa o que foi feito desde que se lucre hoje em dia. Mas a bem da verdade o público que assiste aos jogos e que paga a entrada leva sim muito a sério o retrospecto de sua equipe e o apreço pelo seu time de futsal ou de futebol é bastante importante tanto hoje quanto o que a equipe já fez no passado, e reside nisso meu interesse em divulgar meu trabalho e inclusive ser questionado por ele, principalmente para que se fomente o registro e o levantamento de dados históricos do nosso esporte,” afirmou Malmann.

Outra dificuldade foi em definir como aplicar as pontuações quando mais de uma equipe jogavam em conjunto. São exemplos recentes o São Caetano/Corinthians e SPFC/Colégio Londrinense, na Liga Futsal, e o Foz Futsal/Beltrão Futsal, na Chave Ouro: “Nesse caso optei pela camisa da equipe, ou seja, rankeei como Corinthians-SP [no caso do São Caetano/Corinthians], mesma coisa o Colégio Londrinense que disputou como São Paulo ano passado. Apesar de não ter ficado entre os oito primeiros, se ele tivesse pontuado no meu ranking eu colocaria os pontos para o São Paulo FC”, explicou.

“Existem essas pequenas questões referentes ao nome das equipes, já que isso sempre se altera, assim como as camisas, Campo Mourão, por exemplo, preferi manter o símbolo do Tagliari como sendo o símbolo da equipe de Campo Mourão, mas nem sempre foi o mesmo símbolo, e nem a Associação Tagliari foi sempre o representante da cidade, mas pelo menos é o nome mais estruturante de time de Campo Mourão, enfim, coisas do futsal,” observou.

Além dos rankings por pontuação e rendimento total, da Chave Ouro e da Liga Futsal, Malmann também fez um apanhado de outros dados interessantes, como o levantamento dos campeões da Taça Paraná (competição antecessora à Chave Ouro), dos campeões dos Jogos Abertos do Paraná e das colocações finais de todas as edições da 'Ouro'. Também foram listados os campeões da Taça Brasil de Clubes e as colocações finais de todas as edições da Liga Futsal.

Clique aqui para ver os Rankings da Chave Ouro.

Clique aqui para ver os Rankings da Liga Futsal.

Texto produzido com informações do site Redação em Campo

Figura folclórica, roupeiro rouba a cena com gritos ensurdecedores



Na base do pulmão, baixinho Buiu tenta incentivar jogadores do Cascavel e desconcentrar adversários. Time pega Botafogo nesta quinta. 

Os jogos do Cascavel têm uma atração à parte. Trata-se do roupeiro Valdecir de Deus Correia, o Buiu, figura folclórica no futsal. Aos 54 anos, o baixinho de 1,50m assiste a todas as partidas da sua equipe da arquibancada, gritando sons aleatórios para incentivar seus jogadores, que o têm como o xodó do clube.

Nos jogos da Taça Brasil 2012, em Joinville (SC), Buiu tem "enfrentado" dezenas de torcedores rivais à base do grito. Na partida contra o Orlândia, nesta quarta-feira, o incentivo parece ter dado certo, já que o Cascavel saiu de quadra com uma vitória por 5 a 3.

- Comecei a gritar ainda novo assistindo às partidas de futebol na cidade em que eu morava, Goioerê (PR). Gosto de ficar na arquibancada incentivando, porque acho que posso ajudar assim - disse ele.

A vida de torcedor de Buiu nem sempre é fácil. Dono de uma voz potente, o baixinho costuma ser ameaçado por torcedores e jogadores rivais. Contudo, o roupeiro afirma nunca ter sido agredido ou retirado à força da arquibancada.

- Muitas vezes eu ouço: 'Cala a boca nanico, quem é você?'. Daí eu rebato as provocações na brincadeira e sempre acabam levando na boa. Alguns times adversários ficam implicando comigo e mandam me tirar, mas eu sempre me livro - destacou.

Sobre a origem do apelido, Buiu não quis entrar em maiores explicações.

- O apelido eu ganhei quando eu morava em Goioerê. Foi dado por um patrão que me achou com cara de Buiu - finalizou.

O Cascavel, de Buiu, enfrenta o Botafogo nesta quinta-feira, às 16h, no ginásio da Univille, com transmissão ao vivo do SporTV. O time paranaense ocupa a terceira colocação, a um ponto da zona de classificação à semifinal.

Confira todos os jogos desta quinta-feira:

14h15m - Grupo A - Tigre x Ananindeua
16h - Grupo B - Botafogo x Cascavel
19h - Grupo B - Atlântico Erechim x Orlândia
21h - Grupo A - Minas x Concórdia

*O repórter viaja a convite da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS)

Texto: Sportv. Foto: Luciano Bergamaschi.

CliqueEsporte também é amor S2


... e Renato Gaúcho deixa o seu recado:

Especial: Maior tragédia do futsal brasileiro completa dois anos


Há dois anos, o fixo Robson Costa perdeu a vida depois de uma fatalidade no Joaquinzão.

No dia 07 de março de 2010, há dois anos atrás, aconteceu a maior fatalidade da história do futsal brasileiro, que repercutiu em todo o Brasil e em vários países do exterior. Na partida Guarapuava Futsal x Palmeiras-SP, disputada no dia 6 de março de 2010 e válida pela Copa 200 Anos de Guarapuava (um torneio de pré-temporada que também contava com os times do Atlântico Erechim-RS e Joinville-SC), o fixo Robson Costa, da equipe guarapuavana, deu um carrinho na linha de fundo do ginásio Joaquim Prestes e foi atingido por uma lasca de madeira que se soltou do piso.

Na hora do acidente, ninguém percebeu gravidade da situação, nem mesmo Róbson, que pediu ao goleiro Brigadeiro, hoje técnico do Guarapuava, que arrancasse a madeira enquanto ainda estava “quente”. Quem estava no ginásio acreditava que a lasca tinha atingido apenas a coxa do jogador (o jogo inclusive continuou normalmente depois do atendimento e do deslocamento do atleta). Porém, chegando no Hospital São Vicente de Paulo (com Róbson ainda consciente), constatou-se que a lasca de madeira tinha mais de 40 centímetros e que tinha se partido em três pedaços, atingindo órgãos e causando hemorragia interna.

A cirurgia para a retirada da madeira foi imediata, mesmo assim o jogador não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer na manhã de domingo, dia 7. A notícia logo se espalhou, causando grande comoção – já que o atleta, de apenas 23 anos, ainda tinha uma longa carreira pela frente. Planejando, inclusive, retornar ao futsal do Japão, onde trabalhou com o técnico Baiano, seu grande amigo que, na época, dirigia a equipe de Guarapuava. Robson, inclusive, foi contratado pela em 2009, por indicação do treinador.

A notícia caiu como uma bomba para a equipe de Guarapuava, que cogitou, até mesmo, deixar o esporte, encerrando suas atividades. Mas depois de muitos meses sem poder jogar no Joaquinzão (que foi interditado pelo Ministério Público, até que o piso de madeira fosse substituído por outro de concreto) e dos laudos técnicos que apontaram que o acidente se tratou de uma fatalidade, o clube viria a conquistar seu maior título – o da Chave Ouro de 2010. A volta por cima foi uma vitória não só para o CAD, mas para todos aqueles que conheciam Róbson, e que ofereceram a conquista ao jogador.

Robson teve a camisa 18 imortalizada pelo clube de Guarapuava, também sendo homenageado em várias equipes em que atuou (como São Miguel, Marechal e Beltrão). Seu apelido (Guerreiro Robson) hoje é utilizado pelo clube guarapuavano (Time de Guerreiros) como forma de motivação e de lembrar do atleta que, para muitos, nunca abandonou a equipe.

Fica a lembrança desta data triste para o esporte e a memória do CliqueEsporte a este jogador, importantíssimo na história do futsal guarapuavano. Mesmo não estando entre nós, serve até hoje como inspiração de muitos profissionais do futsal, sobretudo em Guarapuava.

Valeu, Guerreiro!

Chave Ouro 2012 estará repleta de craques - ATUALIZADO


Expectativa de dirigentes e de torcedores é de que o estadual seja mais forte do que no ano passado. 

Depois da definição oficial das 16 equipes que participarão do Paranaense de Futsal, Chave Ouro (clique aqui para conferir), a expectativa é de que a competição deste ano seja uma das melhores da história da modalidade no estado. A grande maioria das equipes está fazendo grandes investimentos e montando equipes competitivas, o que deverá resultar em um estadual equilibrado e muito atrativo para os amantes do futsal.

O presidente da equipe do Guarapuava é um dos que concordam com esta afirmação: “O campeonato deste ano vai ser mais forte, competitivo porque, diferente ao ano passado, todos os participantes têm qualidade. As equipes se reforçaram muito, mas nós também nos preparamos e montamos um time para chegar, de novo, entre os quatro," analisou.

Brigando pelo título

Experiente, Marcelinho
é aposta do Guarapuava
O time de Guarapuava, que foi o campeão em 2010, manteve jogadores importantes que conquistaram o título naquele ano como os alas Ricardinho, Biro e Neto e o pivô Paulo Henrique, além do pivô Alex He-Man, que fez parte da equipe em 2009 e 2011. Os principais reforços para esta temporada são o goleiro Dudu (ex-Orlândia-SP), o fixo Rangel (ex-Minas), os alas Paraná (ex-Quedas do Iguaçu), Willians (ex-Ivaiporã) e Valtinho (ex-Suzano-SP) e o pivô Marcelinho (ex-Umuarama), com passagens nas principais equipes do estado, além da Malwee-SC e do futsal espanhol. No entanto a principal novidade estará fora da quadra: o goleiro Brigadeiro, que defendeu a equipe nas últimas quatro temporadas, assume o cargo de treinador. A apresentação da equipe será na próxima segunda feira (dia 6), às 14 horas, no ginásio Joaquim Prestes..

O atual campeão, o Cascavel, também vem muito forte. Apesar de perder jogadores como Adeírton, Rafinha, Edu, Wanderson e Magrão e a vaga na Liga Futsal, o clube manteve os goleiros Donny e Deivid, os fixos Issamu e Edigleuson, o ala Caça e o pivô Hugo. Os principais reforços são do fixo Mário Júnior (ex-Quedas), dos alas Carrapicho (ex-Guarapuava) e Tota (que estava no futsal do Azerbaijão) e do pivô Frede, que estava no futsal cearense e antes tinha jogado no próprio Cascavel, no Joinville e na Seleção Brasileira.

O craque Gadeia, da Seleção
Brasileira, segue em Marechal
Outras equipes que deverão brigar pelo título deste ano são Marechal Cândido Rondon, Umuarama e Ciagym Maringá. As três estão confirmadas na Liga Futsal e a expectativa é de que façam grandes campanhas na competição nacional e também na Chave Ouro: o Marechal, do técnico Marquinhos Xavier (eleito melhor treinador da Liga Futsal 2010), perdeu o goleiro Léo Oliveira, mas manteve em seu elenco jogadores como Gadeia (da Seleção Brasileira), Dyego, Valença, Renan e Rafael e ainda terá os reforços dos goleiros Quinzinho e Chico (ambos vindos do São Paulo), dos alas Bruno Souza (ex-Santos), Amadeus (ex-Petrópolis-RJ), Thales (ex-Joinville-SC) e Alison (ex-Minas) e dos pivôs Léo (ex-Corinthians) e Chico Paulista (ex-Suzano).

Goleiro da Seleção é o
destaque do Umuarama
O Umuarama também está prevendo grandes resultados: a diretoria espera que a equipe chegue entre os cinco melhores na Liga Futsal e nas finais do Paranaense. Seguem na equipe o capitão Boni (que seria negociado com o Internacional-RS, mas resolveu voltar à equipe), Vinícius, Yuri, Renatinho (que iriam para o Vasco-RJ, mas também retornaram) e Vini. Os reforços são dos goleiros Djony (ex-Santos e atualmente na Seleção Brasileira) e Deividi (ex-Jaraguá-SC), do fixo Vítor (ex-Concórdia), dos alas Fineo (ex-Corinthians-SP), Serginho (ex-Joinville-SC), Jé (ex-São José-SP) e dos pivôs Maicky (ex-Unisul-SC) e Caio (ex-Corinthians-SP). O novo técnico é Sávio Badini (ex-Macaé-RJ).

O Ciagym Maringá se reforçou bastante para disputar sua primeira Liga Futsal. Chegou o goleiro Danilo (ex-Petrópolis-RJ), o fixo Régis (ex-Petrópolis-RJ), os alas Bruno (ex-Paraná Clube) e Jardel (ex-Umuarama) e os pivôs Jorge Alex (ex-Pato de Minas-MG) e Butina, ídolo da torcida, que volta a defender o clube. Da base de 2011, seguem na equipe do técnico Adolpho Amorim, o fixo Alessandro, o ala Valtinho e os pivôs Tiago e Alan.

Com potencial para surpreender

Luciano Bonfim levou o São Lucas
ao vice da Chave Ouro 2011
Entre as equipes com orçamentos mais modestos, mas com grandes possibilidades de surpreender, um dos destaques deverá ser o São Lucas de Paranavaí, vice-campeão da Chave Ouro de 2011. A equipe do técnico Luciano Bonfim (que foi a principal revelação da competição no ano passado) ainda não anunciou seu elenco, mas as especulações são de que o clube deverá manter a base do ano passado, já que nenhuma outra equipe anunciou a contração de atletas que fizeram parte do elenco do ano passado. Além disso, Bonfim deverá ter os reforços do fixo Gilberto, ex-Palotinense, e dos alas Pitico e Gil, ambos vindos do Guarapuava.

Marreco contará com a experiência
do técnico Sérgio Lacerda
Diferente do São Lucas, o Marreco Futsal, campeão da Chave Ouro Primeira Parte (disputada no primeiro semestre de 2011), virá com muitas mudanças. Só permanecem na equipe os goleiros Barbosa e Felipe e o fixo Serrão. Chegaram, além do técnico Sérgio Lacerda (que levou o Florianópolis à semifinal da Liga Futsal 2011), o fixo Júnior Cabeça (ex-Guarapuava), os alas Lucas (ex-Jaraguá-SC), Rômulo (ex-Foz), Giba (ex-Moitas-SC) e o pivô Rato (ex-Moitas-SC). Também vieram do futsal do exterior, os jogadores Doda (Azerbaijão), Oliveira e Fuska (ambos vindos de Portugal), embora o último esteja acertando alguns detalhes coma diretoria do clube para efetivar sua contratação de forma definitiva (clique aqui para mais detalhes).

Paraná tem a equipe mais jovem
Outra equipe que virá com modificações é o Paraná Clube. No entanto, o time será formado, em sua maioria, por atletas formados em sua própria base, devendo ser a equipe com menor média de idade do estadual. O técnico será Vinícius França, que já dirigiu as categorias de base do clube e que na última temporada estava na equipe de São José dos Pinhais. O técnico trouxe consigo seis jogadores que estavam em São José, mas (como dito anteriormente) formados nas categorias de base do tricolor. Os principais destaques são os goleiros Rogério, Gabriel e Andy (ex-São José), o fixo Leonardo (ex-São José), os alas Nando (ex-Quedas do Iguaçu), Reiler (ex-São José), Murilo (ex-São José), Formiga (ex-São José) e os pivôs Bolinha (ex-Araucária) e Fillipe.

Com o elenco fechado, o Quedas do Iguaçu pretende ser a surpresa do estadual deste ano. Para isso boa parte da base de 2011 foi mantida, como os goleiros Celinho e Pardal, o fixo Gali, os alas Neizinho, Leite, Lé e Diego e o pivô Juninho. As novidades, além do técnico Roberto Nunes (que deixou o cargo de auxiliar para ser treinador), são os fixos Rogério Paulista (vindo do exterior), Rodrigo (ex-Londrina), Jocemar (ex-Campo Mourão) e os pivôs Polenta (ex-Guarapuava) e Renan Bastos (ex-Peixe-DF). Segundo especulações, Bastos poderia ir para o futsal cearense, mas o mesmo confirmou por contato telefônico com a diretoria do clube, que se apresentará na próxima segunda feira (dia 6) em Quedas do Iguaçu (outras informações, ainda, dão conta que o atleta está analisando outras propostas de clubes do Brasil e do exterior).

Marquinhos é o maior
campeão da Chave Ouro
Uma das equipes mais tradicionais da Chave Ouro, o Campo Mourão apostará em um técnico mourãoense: Márcio Rinaldo que estava trabalhando nas categorias de base do Comercial de Cascavel. O treinador terá a sua disposição, da base de 2011, o goleiro Boquinha e os fixos Bijú, Piliu e Júlio. Chegam para reforçar a equipe Marcinho e Soro, vindos de Maringá, Kumano, que volta à equipe depois de uma temporada em São Miguel, e o experiente Marquinhos, atleta que conquistou mais títulos na história da Chave Ouro: sete no total.

Também entre os times que querem surpreender os grandes está o Corbélia Futsal, que deve manter a base de 2011. Juntamente com o técnico Cafú, seguem na equipe o fixo Osnei, os alas Ratto e Tchaca e os pivôs Amarelinho e Sineu. O clube deverá, a exemplo de 2011, vir com um orçamento modesto, mas com jogadores experientes e conhecidos no cenário estadual para jogar de igual para igual com os “grandes”. Especula-se que Roberto (ex-São Miguel), Roger (ex-São Miguel) e Felipinho (Ex-Cascavel) possam ser alguns dos reforços.

Estreantes com equipes competitivas

Ex-goleiro do Corinthians é o
destaque do Pato Branco
O Pato Branco, atual campeão da Chave Prata, contratou o experiente goleiro Leandro (ex-Corinthians), além dos alas Evandro e Vagnão que jogaram a última Liga Futsal pelo São José-SP. Também são novidades Flávio (ex-Capivari-SC), João Marcos (ex-Cantagalo-PR), Giovani (ex-Itapeva-SP), Caio (ex-Telêmaco Borba-PR), Andy (ex-Rio do Sul-SC) e Fernandinho (ex-Marreco), que foi campeão da Chave Ouro por Pato Branco em 2006. Da base campeã da Prata, continuam jogadores importantes como Vando, Alex Gaúcho (que também foi campeão da Ouro em 2006), Tato, Douglão e o técnico Márcio Borges.

Betinho Luis é uma das
novidades em Ponta Grossa
Ponta Grossa, que foi vice-campeão da Chave Prata na temporada passada, formou uma equipe com vários jogadores que jogaram a Chave Ouro em 2011: Neto Caraúbas (ex-Marreco), Betinho Luis (ex-Paraná Clube e Marechal), Marquinhos (ex-Marechal) e os pontagrossenses Magrão (ex-Cascavel) e Emerson (ex-Marreco). Ainda reforçam o time os nordestinos Léo e Betinho, ambos vindos do ABC-RN, e o goleiro Buiú (ex-Araucária). Do time de 2011 continuam Rafinha, Gian, Fio, Henrique e Renato, além do técnico Wilson Bian Junior.

Guilhermão era pretendido por outras
equipes, mas optou por Toledo
O Toledo Futsal (terceiro colocado da Chave Prata 2011) aceitou o convite feito pela FPFS depois que o São Miguel Futsal anunciou sua desistência. A equipe manterá boa parte da base da temporada passada, com destaque para os jogadores Pulga, São Pedro e o experiente pivô Carlos André. Chegam para reforçar a equipe do técnico Robson Recaltti os goleiros Ale (ex-São Miguel) e Felipe Farias (ex-Minas), os alas/fixos Pirulitto (ex-Wimpro-SP), Pierre (ex-Ibirama-SC) e o pivô Guilhermão (que chegou a ser cogitado como reforço do Pato Branco) destaque no futsal Tcheco nas últimas duas temporadas, marcando mais de 50 gols nas competições européias.

Correndo contra o tempo

Fecham o grupo das 16 equipes, o São José dos Pinhais e a Palotinense. Os clubes foram os últimos a confirmar suas participações na Chave Ouro, utilizando a data limite (1º de fevereiro) para formalizar suas inscrições. Agora as duas equipes correm contra o tempo para montar seus elencos, já que a maior parte das equipes já estão com seus grupos fechados, com muitos já iniciando a pré-temporada. Segundo informações, São José terá um time "bom e barato" e deverá ter uma base de jogadores da região metropolitana com o reforço de alguns atletas vindos de Santa Catarina. Em Palotina ainda não foram divulgadas informações sobre o novo elenco.


Confira mais informações sobre as equipes do Paraná e de estados vizinhos clicando aqui.

Os Personagens do CAD


Acompanhe a ótima matéria especial divulgada pelo Jornal Diário de Guarapuava neste sábado (dia 14). Com muito bom humor, os boleiros do Clube Atlético Deportivo revelam quais são os apelidos dos jogadores da equipe guarapuavana:

Os Personagens do CAD

Douglas Belan

O Diário divulga os personagens de desenhos animados e os famosos que já renderam apelidos aos atletas que passaram pelo Deportivo. Mesmo que ainda não chegou já caiu na brincadeira

Com o convívio quase que diário entre os atletas de futsal, não faltam apelidos para a maioria dos jogadores. Na história do Clube Atlético Deportivo, alguns assumiram os codinomes, casos dos remanescentes Brigadeiro, He-Man e Bisquí e dos recém-saídos Carrapicho, Júnior Cabeça e Polenta. Outros, no entanto, tentam esconder as comparações.

Responsável por boa parte das brincadeiras Neto revelou ao Diário quem são os principais alvos. Mesmo sendo tímido, Ricardinho não escapa da gozação. Nos treinos é chamado de Rabugento, em referência ao desenho animado produzido pela Hanna-Barbera. “É porque ele vice resmungando, tem cara de mal humorado”, explicou Neto.

Já o fixo Paulo Henrique foi apelidado em função de sua aparência física. Embora não concorde, ele é chamado de Débi, do filem Débi e Lóide. O ala Biro, por sua vez, tem o apelido de tartaruga. “Isso aí começou porque alguém disse que ele parecia com o Donatello, das Tartarugas Ninjas, e aí pegou”, lembrou Biro.

Neto garante que as brincadeiras, ao invés de criarem desentendimento, aproximam o grupo e melhoram o clima nos treinamentos e nos jogos. “Isso aí é normal em qualquer time. Qualquer coisa é motivo para provocação”.

O troco para o ala vem de todos os lados. Segundo o assessor de imprensa do CAD, Anderson Luis Rodrigues, Neto é o que mais recebe as comparações. Os apelidos vão de Bruxinho até o cantor paraense Beto Barbosa.

Outro jogador que ainda não sabe, mas já tem vários apelidos é o ala Willians, que jogou no Ivaiporã no ano passado. O responsável por colocar o garoto na onda das gozações é Biro, com quem jogou por muito tempo. Os dois eram amigos de infância e vão se reencontrar nas quadras em fevereiro, quando o elenco se apresenta. “Já falei que é o Tiririca. Também chamavam ele de Tortuga”, revelou.

Mas a pior referência ficou por conta de Thiago, goleiro que defendeu o time em 2011: Mulher Gorila. Ninguém quis explicar o porquê do apelido. Dionízio era chamado de Lobinho, em referência ao filho do Lobo Mau da história dos Três Porquinhos.

Dos mais antigos, Tarcísio, campeão paranaense em 2010, era conhecido como Jabá. Havia naquele elenco, ainda, o Chupeta (Ricardo Cabral) e o Cabeção (Edson). Anos antes, o torcedor guarapuavano se deparava com jogadores como Micose, Tripa, Quirera, Bocão, Mico, Pato, Panda e Pardal.

Diretoria não escapa

Os jogadores não se intimidam nem mesmo com os patrões. Pentacampeão paranaense e comandante do Deportivo por três anos, Eduardo Pacheco Coelho, o Baiano, era conhecido como Barriga. O técnico nunca se incomodou com a maneira de tratamento dos atletas.

O presidente do clube, José Válter Liberato, é chamado de Zé Galinha, enquanto o diretor de futsal, Fábio Lustosa, é conhecido como Mosquitinho. Anderson, vulgo Passarinho, também está entre os apelidados.

Texto retirado de www.diariodeguarapuava.com.br

Especial: 100 vezes Brigadeiro (parte final)

Da tragédia à glória, o goleiro esteve presente nos momentos mais marcantes do CAD
Depois de um ano ruim seguido de um ano de recuperação na equipe de Guarapuava, Brigadeiro chegou à sua terceira temporada pela cidade em 2010. Além dele permaneceram o técnico Baiano e os jogadores Roni, Róbson Costa, Ademir, Neto, Oliveira e Polenta. Chegaram para reforçar o elenco, Tarcísio, Biro, Carrapicho, Ricardinho, Japonês, Fernandinho e Edson.
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    O time desta vez era muito promissor, com chances reais de lutar pelo título paranaense. Para deixar o time pronto para a disputa foi promovida a Copa 200 Anos de Guarapuava: um quadrangular de pré-temporada, contra as equipes de Joinvile-SC, Atlântico de Erechim e Palmeiras-SP.

    Tudo corria bem na competição e Guarapuava vinha tendo um bom desempenho, quando aconteceu, uma das maiores tragédias do esporte brasileiro: a morte do jogador Robson Costa, grande amigo e companheiro de clube de Brigadeiro no Guarapuava e em Marechal Cândido Rondon.

    O acidente aconteceu bem ao lado de Brigadeiro: Robson deu um carrinho para tirar uma bola para escanteio e uma lasca de madeira se soltou do piso, atingindo os órgãos internos do jogador. Nem o próprio Róbson percebeu a gravidade da situação na hora do acidente e pediu para Brigadeiro puxar a lasca enquanto ainda estava quente, confidenciou o arqueiro, dias após a tragédia. Depois de ir para o hospital, Robson não resistiu e faleceu na manhã do dia seguinte.

    Esta talvez tenha sido o pior momento em toda a história de Brigadeiro, do Guarapuava e de todo o futsal Brasileiro: o clube chegou a cogitar encerrar suas atividades, mas com muita força de vontade, o clube e seus atletas se reergueram mais uma vez e, mesmo sem poder jogar por mais de um semestre no Joaquinzão, que ficou interditado, o time de Guarapuava fez sua melhor campanha no Paranaense, que culminou com o título no final do ano. Um grande final feliz depois da pior das adversidades.

    Ainda neste ano, o clube conquistou o vice-campeonato da Liga Sul em Santa Catarina e se consolidou com um clube reconhecido no estado e no país.

    Temporada atual

    Em 2011, na quarta temporada de Brigadeiro em Guarapuava, o clube foi surpreendido por uma nova fórmula na Chave Ouro, aprovada de forma irregular no arbitral e que acabou dificultando novamente o clube guarapuavano, principalmente nas vendas de ingressos, já que, sem os clubes da Liga Futsal na disputa, a torcida diminuiu nos jogos do primeiro semestre.

    Mesmo assim, a equipe liderada pelo técnico Baiano e pelo capitão Brigadeiro jogou com seriedade e responsabilidade. Chegaram novos reforços como Gil, Dionísio, Thiago, Thagão, Júnior Cabeça e Nenê que mantiveram a força e, juntamente com a base remanescente, levaram o Guarapuava até o final da Chave Ouro Primeira Parte.

    No primeiro jogo da decisão o resultado não foi o esperado, perdendo por 3x2 para o Marreco. Mas no próximo sábado (dia 2), o Guarapuava poderá reverter a vantagem e lutar por mais um título na história do clube e de Brigadeiro, jogador que se confunde com a história da equipe, completando 100 jogos com a camisa guarapuavana justamente na grande final.

    Se depender de toda esta longa história, com tropeços e superações, o torcedor guarapuavano pode ter a certeza de que o capitão Brigadeiro tem muitas chances de levantar mais uma taça neste sábado, brindando com Chave de Ouro estas 100 participações defendendo Guarapuava.

Especial: 100 vezes Brigadeiro! (1ª parte)

Na adolescência arqueiro estava divido entre a quadra e os gramados


- Vai, Chocolate! Segura!
- Mas ele não se parece com chocolate... tem até os granulados na cabeça, olha... está mais para Brigadeiro!

Foi mais ou menos assim que aconteceu um diálogo sobre o goleiro Flávio Tadeu Quintino de Araújo, que na época tinha entre sete e oito anos de idade e já jogava uma Taça Brasil das categorias menores, na cidade de Cascavel, por um clube do estado de São Paulo. O apelido “pegou” e o pequeno Brigadeiro se tornou grande, um dos maiores goleiros da história do futsal brasileiro.
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    Nascido em São Paulo, Capital, em 18/04/1977, o pequeno Brigadeiro já sabia desde cedo o que queria ser na vida: jogador de futebol. Mas havia uma dúvida: jogar futebol de salão ou futebol de campo? Brigadeiro seguiu até os 16 anos de idade jogando as duas modalidades ans categorias de base do Corinthians. Mas, como a ajuda de custo da base do futebol era de aproximadamente R$100,00 e a ajuda de custo da base do futsal girava em torno de R$ 600,00, o arqueiro optou pelas quadras. Na época era muito valorizada a participação do futsal nos Jogos Abertos em São Paulo e isso refletiu na diferença da ajuda de custo do clube do Parque São Jorge em suas categorias de base.

    Depois de se decidir, Brigadeiro passou a colecionar títulos: em 95, campeão dos Jogos Abertos Brasileiros e Campeão Brasileiro Juvenil; em 96, Bi-Campeão Brasileiro Juvenil e a convocação para a Seleção Brasileira Juvenil; em 97, com apenas 20 anos de idade,) o arqueiro chegou ao título mineiro e da Liga Nacional pelo Atlético Mineiro (que montou uma equipe com a base da Seleção Brasileira da época), também neste ano Brigadeiro chegou à Seleção Brasileira de Novos.

    Em 1998 veio o primeiro contato do jogador com o técnico Baiano no São Miguel, onde os dois foram campeões da Chave Ouro daquele ano.

    No ano seguinte, o jogador decidiu retornar ao seu estado de origem e mais títulos chegaram: A Copa Barueri, o Troféu Cidade de São Paulo e o Campeonato Brasileiro de Seleções, defendendo a Seleção Paulista. Depois 2000 veio o bi e o tri do Troféu Cidade de São Paulo, um campeonato estadual e o bicampeonato nos Jogos Abertos Brasileiros.

    Em 2003, Brigadeiro retornou ao estado do Paraná novamente com Baiano, agora no Toledo, onde foram vice-campeões paranaenses. Neste ano, Brigadeiro chegou à Seleção Paranaense que foi vice-campeã no Brasileiro de Seleções.

    Depois de uma passagem pelo Cascavel Futsal e pelo futsal do Rio Grande do Norte, a dupla, Baiano e Brigadeiro, voltou a se encontrar em 2007 na equipe de Marechal Cândido Rondon. Também estavam naquele time os alas Carrapicho, Biro, o pivô Edson e o fixo Robson Costa.

    Com todo este currículo invejável e com uma grande reputação construída com títulos e com grandes equipes, o goleiro Flávio Tadeu, ou simplesmente Brigadeiro, recebeu uma proposta para jogar em uma certa equipe da região Centro-Sul do Paraná, mas esta é uma história que contaremos amanhã, em mais uma postagem especial, contando a tragetória do arqueiro que completará 100 partidas pelo Guarapuava no próximo sábado, dia 2.

Especial: 100 vezes Brigadeiro!

Esta semana é especial para o maior ídolo da história do Clube Atlético Deportivo/Guarapuava Futsal. No próximo sábado (dia 2), o arqueiro completa 100 jogos pela equipe guarapuavana: foram quatro anos de muitas histórias e conquistas que se confundem com a própria história do CAD.

Para comemorar este feito, o Cliqueesporte trará diariamente, nesta semana, matérias especiais contando a história do ídolo. Contando a trajetória deste guarapuavano de coração, como ele mesmo se intitula.

Parabéns, Campeão! Guarapuava se orgulha de seu maior ídolo, dentro e fora das quadras.

Especial: Deportivo completa 15 anos de conquistas no futsal

Não há nada melhor do que, em uma grande caminhada, olhar para trás e ver que uma grande distância foi percorrida, com alegrias tristezas, mas, sobretudo, com muita luta e determinação. Todos estes sentimentos estão presentes na recente história do Clube Atlético Deportivo que, neste sábado, dia 30 de abril, completa 15 anos de atuação no esporte de Guarapuava, do Paraná e do Brasil.
O time, que nasceu em um churrasco, logo se destacou em Guarapuava em seus primeiros anos de vida, nos anos 90, conquistando diversos títulos na cidade e participando da Taça Paraná.
Nos anos 2000 veio o profissionalismo com a primeira disputa da Chave Prata do Paranaense de Futsal. A conquista da Copa Amocentro em 2002 foi outro marcou importante, mas em 2005 veio o acesso à Chave Ouro, que levou o time à elite do estado do Paraná.
Depois de duas participações boas e uma participação abaixo das expectativas, o treinador Eduardo Pacheco Coelho, o Baiano, chegou em 2009 para dar uma cara nova ao time e fazer do Guarapuava uma equipe competitiva, para brigar por títulos.
Contudo, em 2010, veio a maior tragédia da história do futsal nacional, com a morte do fixo Róbson Rocha na pré-temporada. Por muito pouco o clube não fechou as portas, mas da dificuldade veio a força para conquistar no mesmo ano seu maior título: a Chave Ouro de Futsal.
 Depois de se firmar como um dos maiores clubes do Paraná, Guarapuava já vislumbra vôos mais altos: a disputa da Liga Sul em 2010 (onde o time ficou com o vice), foi primeiro passo. Neste ano, além do Paranaense de Futsal, o objetivo é fazer boas atuações na Liga Sul e na Taça Brasil de Clubes, no segundo semestre. Nos próximos anos o objetivo é chegar à Liga Futsal e figurar entre as grandes equipes do salonismo nacional. Para quem cresceu tanto em 15 anos, o topo não parece estar tão distante.

Parabéns CAD pelos 15 anos de muitas lutas e de muitas vitórias! Guarapuava se orgulha deste clube que transformou o futsal em uma realizadade!


Atenção: A atualização do resultado da partida de hoje (30 de abril) contra o Palotina será feita na manhã deste domingo (1º de maio), bem como os demais resultados da Chave Ouro.

Especial: Conheça a equipe do CAD 2011 (parte final)

Depois de conhecermos os pivôs, goleiros e fixos do Clube Atlético Deportivo para 2011, vamos ver quais são os alas que completam o elenco que lutará pelos títulos da Liga Sul, da Taça Brasil e pelo bicampeonato no Paranaense de Futsal.

Ricardo Fabrício de Souza (Ricardinho) – “O Maestro”
Com cinco conquistas da Chave Ouro de Futsal (2003,04 e 05 pelo Cascavel; 2007 pelo Umuarama e 2008 pelo Guarapuava), Ricardinho (31 anos) é um dos jogadores mais conhecidos e respeitados no futsal do Paraná.
Dono de passes precisos, o ala tem a característica de cadenciar o jogo e organizar a criação das jogadas. Além disso, o ala é muito versátil, podendo jogar também na posição de fixo. O técnico Baiano, inclusive, utilizou o jogador nesta posição em diversos jogos da temporada de 2010.
Para a temporada de 2011 a experiência e o talento de Ricardinho deverão ser essenciais para que a equipe busque o bicampeonato para a cidade de Guarapuava.

Luciano Soares Lopes (Carrapicho) – “Futsal Moleque”
Rápido, briblador e goleador: Carrapicho possui todas as qualidades que a torcida gosta de ver em um jogador de futsal. Com muita agilidade e categoria, o ala foi uma das principais armas para que a equipe de Guarapuava conquistasse seu primeiro título paranaense em 2010. Carrapicho, porém, levantou a taça pela segunda vez seguida, pois em 2009 o título veio pela equipe de Marechal Cândido Rondon.
A ala de 33 anos é nascido em São João do Ivaí e também passou pelas equipes do Cianorte, Maringá, São Miguel e pelo Santa Fé-SP, sempre sendo um dos destaques nos clubes em que atuou.
Em 2011, Carrapicho deverá, mais uma vez, ser um dos destaques do CAD na luta pelo bicampeonato, o que representaria o terceiro título seguido da Chave Ouro para o atleta.

Mauricio Luiz Da Silva (Biro) – “Toque de Classe”
O paulistano Biro, de 26 anos, é um dos jogadores de confiança do técnico Baiano. O habilidoso ala jogava no estado de São Paulo quando o treinador o trouxe para a equipe de Marechal Cândido Rondon. Alguns anos depois a dupla se reencontrou em Guarapuava, na equipe do CAD: o resultado foi o título paranaense de 2010 com Biro (assim como Carrapicho) podendo comemorar o bi, pois foi campeão de 2009 pelo Marechal.
Mas nem tudo foi fácil para Biro em 2010: A desconfiança dos guarapuavanos também esteve presente na trajetória do atleta na temporada, principalmente depois de um incidente no ginásio do SESI em que o atleta fez gestos para um torcedor. Porém, com o passar da competição, Biro fez a pazes com a torcida de Guarapuava e retomou seu futsal de muita habilidade e técnica, muito importante para o time na campanha da Chave Ouro.
O ala também foi fundamental taticamente: Biro sempre foi um dos primeiros a ser lembrado nas cobranças de bola parada e na utilização do goleiro-linha. Com todas estas qualidades, Biro deverá ser um dos principais jogadores no esquema do CAD em 2011.

Cássio de Oliveira Lima Neto (Neto) – “O Incrível Neto”
Com 27 anos, o ala Neto é um dos xodós da torcida de Guarapuava. Em 2006 o jogador jogou pela primeira vez no CAD, em 2008 retornou ao clube e continuou no time guarapuavano até ser campeão paranaense em 2010.
Neto também fez sucesso em outros clubes, conquistando títulos importantes como o bicampeonato gaúcho e uma Copa América pelo Carlos Barbosa-RS. Mas foi em Guarapuava que Neto (nascido em Cambará-PR) encontrou sua casa.
As principais características do jogador (que explicam um pouco do carinho da torcida) são a raça e a dedicação dentro de quadra. Sempre que entra nos jogos, principalmente em casa, o ala “incendeia” a torcida trazendo mais motivação e determinação à equipe. Características que fazem deste jogador único e importante para o CAD, principalmente nos momentos difíceis da equipe, em que é necessário buscar aquele “algo a mais” para reverter resultados adversos.

Carlos Dionízio da Silva (Dionízio) – “Craque de Seleção”
Apesar de jovem (o ala completa 27 anos no dia 13 de janeiro), Dionízio é um dos jogadores mais experientes da nova equipe de Guarapuava para 2011. Nascido em Recife, o ala se destacou como Tetracampeão Pernambucano de 2001 a 2004. O sucesso no futsal nordestino levou o atleta ao Carlos Barbosa, do Rio Grande do Sul em 2005.
Dionízio continuou na equipe gaúcha até 2008 e acumulou diversos títulos como a Liga Futsal de 2006, o campeonato gaúcho de 2008 e dois vice-campeonatos do Sul-Americano de clubes em 2005 e 2007. A passagem no Carlos Barbosa também rendeu ao ala convocações para a Seleção Brasileira de Futsal, onde foi campeão do Grand Prix de Futsal em 2006.
Em 2009 Dionízio conheceu o futsal paranaense jogando pelo São Miguel (equipe que também tinha o fixo Henrique em seu elenco) e ficou com o vice-campeonato daquele ano. Depois o atleta voltou ao Nordeste, jogando no Náutico-PE e Limoeiro-CE.
Agora Dionízio está de volta ao Paraná, disposto a conquistar o título da Chave Ouro, que “bateu na trave” em 2009.

Gildemário Martins da Silva (Gil) – “A peça que faltava”
Último jogador a ser anunciado pelo Clube Atlético Deportivo, Gil chega para fechar o elenco da equipe guarapuavana de 2011. Nascido em Natal (RN), o ala de 28 anos foi recentemente campeão goiano pela equipe do Anápolis. Gil também disputou a Liga Futsal pelo clube goiano, mas, anteriormente o jogador passou por diversos times do futsal brasileiro e do exterior: como Banespa-SP, Cortiana-RS e equipes da Bélgica, Itália e Cazaquistão.
Com muita força física, o ala canhoto foi um dos principais jogadores na campanha do título goiano, marcando um dos gols na partida final em que o Anápolis venceu o São Luis por 5x2.
Gil deverá suprir a ausência de Oliveira, que não renovou para 2011, mas a responsabilidade não assusta o atleta potiguar, acostumado a decidir títulos e atuar em grandes equipes do futsal nacional e internacional.

Gauchinho e Bisquí – “O futuro do CAD em quadra”
Fecham a lista de alas, os jovens jogadores Gauchinho e Bisquí. Ambos juvenis e integrados à equipe no segundo semestre de 2010. Gauchinho chegou a ser relacionado em alguns jogos em momentos que a equipe carecia de peças de reposição devido a excesso de cartões e contusões.
Além de estarem de prontidão para cobrir eventuais ausências de atletas do elenco, ambos poderão ser utilizados em condições normais, já que o regulamento do Paranaense prevê que cada equipe deverá relacionar pelo menos dois jogadores juvenis nas partidas da primeira fase. Desta forma, os dois atletas disputarão uma vaga na equipe com o pivô Polenta, também juvenil. Wellington, o quarto jogador sub-20 do elenco, deverá levar vantagem na disputa, já que o clube contará com apenas dois goleiros para o início do estadual.
Além disso, os jovens poderão ganhar muita tarimba ao treinar e conviver dia a dia com atletas de alto nível. Com isso o CAD espera, em futuro próximo, ter jogadores das categorias de base formando as equipes futuras, mantendo o nível dos elencos ao passar dos anos.

Especial: Conheça a equipe do CAD 2011 (parte 2)

Depois de conhecermos os pivôs do Clube Atlético Deportivo em 2011, responsáveis por balançar as redes adversárias, vamos conhecer aqueles que devem evitar os gols: os goleiros e os fixos.

Flávio Tadeu Quintino de Araújo (Brigadeiro) – “São Brigadeiro”
O maior ídolo da história do CAD na Chave Ouro de Futsal é o experiente goleiro Brigadeiro (33 anos). Sem sombra de dúvidas, um dos maiores goleiros do futsal brasileiro na atualidade.
Sua trajetória começou quando o arqueiro decidiu deixar o futebol das categorias de base do Corinthians para se dedicar ao salonismo. A partir daí vieram vários título, sempre se destacando nos clubes onde passou, nos estados de São Paulo, Minas e Paraná. Até que em 2008, Brigadeiro chegou ao CAD em um time promissor, que prometia brigar pelo título daquele ano. Porém, a campanha foi desastrosa, e o arqueiro foi um dos únicos que conseguiu se destacar: com defesas milagrosas logo recebeu o apelido de “São Brigadeiro”.
Quase toda a equipe de 2008 foi dispensada, mas Brigadeiro decidiu ficar para apagar a má impressão de seu primeiro ano de CAD. A persistência deu resultado: em 2009, a equipe chegou ao quinto lugar do estadual e em 2010, Brigadeiro levantou a taça como capitão da equipe Campeã Paranaense da Chave Ouro de Futsal.
Indo para sua quarta temporada pelo CAD, “Briga” afirma que já é guarapuavano de coração, com toda sua família (incluindo seus pais e um filho nascido em Guarapuava) residindo na cidade.

Wellington Henrique Silva de Oliveira (Wellington) – “Jovem Talento”
Com apenas 17 anos de idade (nascido em 20/03/1993) o londrinense Wellington conquistou enorme confiança junto ao Clube Atlético Deportivo já no seu primeiro ano no clube (2010). Tanto que o jovem goleiro deverá ser o reserva do experiente Brigadeiro durante o campeonato estadual em 2011.
Sua contratação foi motivada pela regra adotada pela Federação Paranaense em 2010, na qual as equipes teriam que relacionar pelo menos dois jogadores das categorias de base nos jogos da primeira fase do estadual. Mas, com o passar do campeonato, Wellington foi ganhando espaço e foi relacionado também em alguns jogos das fases seguintes.
Outro indício da grande confiança do clube em Wellington é que o CAD não demonstra, até agora, interesse em contratar mais jogadores para a posição (apesar do clube ter quatro goleiros na última temporada). O que reforça a tese de que Wellington deverá ser mesmo o reserva imediato de Brigadeiro na campanha de 2011.

Paulo Henrique Pauli (Paulo Henrique) – “P.H.”
O fixo gaúcho chegou na metade da temporada de 2010 vindo do futsal português, quando o CAD vivia um mau momento no Paranaense. Mas Paulo Henrique (28 anos) não sofreu com a pressão que abatia a equipe na época, sendo fundamental na recuperação do time na caminhada rumo ao título paranaense, com toques precisos, assistências perfeitas e gols em momentos decisivos do estadual.
P.H. já tinha sido campeão pelo Umuarama e foi justamente contra seu ex-time, que a estrela do jogador brilhou mais forte. O cenário foi o ginásio Amário Vieira da Costa, na famigerada “Batalha de Umuarama”: O time do CAD precisava vencer para continuar vivo na competição, mas há 4 minutos do fim do jogo, perdia por 3x1. A virada por 4x3 veio com os dois últimos gols marcados por P.H. que garantiram o CAD pela primeira vez em uma semifinal de Chave Ouro.
Mas nem tudo foi fácil em 2010: uma contusão no joelho tirou o fixo de diversas partidas, além de obrigá-lo a jogar no sacrifício no último jogo da final contra o Cascavel. O esforço foi recompensando com seu segundo título Paranaense, colocando-o de vez como um dos grandes jogadores da história do futsal paranaense.

Manoel Henrique Ramos Vieira (Henrique) – “O Papa-Títulos”
É raro encontrar, na carreira do pernambucano Henrique, um ano em que o fixo tenha ficado sem levantar uma taça: Foram 3 títulos Paranaenses, 3 Pernambucanos, 1 Capixaba, 1 Taça Brasil, 2 Campeonatos Belgas, 2 Copas da Bélgica e 3 Campeonatos Russos. Além disso, dois de seus três títulos paranaenses vieram ao lado do técnico Baiano, na época na equipe do São Miguel Futsal. O outro título veio ao lado do fixo Paulo Henrique, no time do Umuarama.
A liderança é outra marca forte do experiente jogador de 33 anos, que foi capitão da equipe do São Miguel em 2009, quando a surpreendente equipe ficou com o vice-campeonato no Paranaense. A curiosidade naquele ano é que, apesar de ser um jogador de defesa e de forte presença na marcação, Henrique foi o artilheiro do Amarelinho do Oeste da temporada.
Em 2010, o jogador ainda defendeu o Foz Futsal e voltou ao futsal do exterior no segundo semestre. Agora, em 2011, Henrique reencontra o técnico Baiano em uma parceria que tem tudo para render ainda mais títulos em sua carreira vitoriosa.

Especial: Conheça a equipe do CAD 2011 (parte 1)

A equipe do Clube Atlético Deportivo está com o quase todo o seu elenco definido para a temporada de 2011, onde disputará a Chave Ouro do Paranaense de Futsal, a Liga Sul e a Taça Brasil de Clubes. Assim, vamos fazer uma série de postagens especiais apresentando ao torcedor a equipe que vai representar a cidade. Começaremos com os pivôs da equipe, que serão as esperanças de gols do clube guarapuavano.

Daniel Mendes (Japonês) - O Artilheiro
Japonês foi, disparado, o maior destaque da equipe de Guarapuava em 2010. Marcando 32 gols na campanha que levou Guarapuava ao seu primeiro título da Chave Ouro de Futsal, Daniel Mendes ficou conhecido pelos chutes certeiros que renderam belos gols e garantiram a artilharia no estadual.
Anteriormente o atleta passou pelo futsal gaúcho, paulista, espanhol e russo e atualmente, aos 31 anos de idade, se tornou uma referência no futsal do Paraná. Todo este sucesso criou insegurança entre os torcedores, já que o artilheiro tinha várias propostas para deixar a cidade. Mas, diante do grito de “Fica, Japonês!” na final do Paranaense, o ídolo resolveu permanecer em Guarapuava para conduzir o ataque da equipe em 2011.

Maurício Albuquerque Drumond Gomes (Mauricinho) - O Polivalente
Por Adolfo Pegoraro
Mauricinho chegou ao futsal paranaense em 2009, depois de uma bela campanha no Minas pela Liga Futsal, em 2008. O atleta, de 24 anos, foi o destaque do Beltrão Futsal na Série Ouro, marcando 18 gols. Sua posição original é ala direita, mas em 2009 houve um sério problema financeiro no Beltrão Futsal e mais da metade dos atletas deixou o clube por falta de salários. Mauricinho ficou, topou o desafio de jogar pela vitrine do futsal. O técnico na época, Fabinho Gomes, o colocou improvisado como pivô da equipe e teve uma grata surpresa. O desempenho acima da média o levou a assinar pelo Umuarama, onde também fez boa campanha.

Alex Soares da Silva Pimentel (Alex He-Man) - O Filho Pródigo
Em 2009, He-Man chegou à Guarapuava com status de estrela. Alex foi bicampeão paranaense pelo Umuarama nas temporadas anteriores e fez jus ao seu apelido, inspirado no herói dos desenhos animados dos anos 80: Muita força física para enfrentar as defesas adversárias e muita aplicação e raça dentro da quadra, qualidades que logo conquistaram o torcedor de Guarapuava, que ficou desapontado quando o pivô saiu em 2010 para o Cascavel em busca de maior visibilidade ao disputar a Liga Futsal.
Porém, a passagem no time do Oeste foi ingrata e o jogador, que brilho em 2009, pouco apareceu no Cascavel de 2010, sendo dispensado na metade da temporada. Agora, aos 29 anos, He-Man está de volta à terra que aprendeu a gostar com o objetivo de ser novamente o herói da torcida guarapuavana.

Dhone Kreskiuski (Polenta)  - A Promessa
Uma das apostas da diretoria do Clube Atlético Deportivo é nas categorias de base e o pivô Polenta é o atleta juvenil que mais se destaca atualmente no elenco guarapuavano. Desde 2009, Polenta faz parte do time principal e, em todas as vezes que foi utilizado pelo técnico Baiano, rendeu bem dentro de quadra, inclusive marcando gols importantes, como o do empate em 2x2 com o Cascavel na segunda fase do Paranaense de 2010.
Mesmo recebendo propostas para jogar em outras cidades, Polenta decidiu ficar em sua cidade natal, pois sabe que mesmo sendo um dos mais jovens da equipe (19 anos) tem um grande potencial para crescer e se destacar em 2011.

P.S. Agradecemos aos jornalistas Adolfo Pegogaro e Alexandre Baggio, do Jornal de Beltrão, que nos enviaram informações e fotos para a produção desta postagem.

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